O vinho tem o poder de criar experiências, de rememorar emoções, de comemorar feitos e de tantas outras situações que você mesmo pode incluir aqui, sem esquecer de que a principal delas seja, talvez, a de celebrar a vida.

No verdadeiro sentido da palavra, diga-se. Se os polifenóis presentes nas uvas e no vinho já eram celebrados pela medicina por conta de seus antioxidantes, a ciência novamente nos dá mais um motivo para abrir uma garrafa de vinho.

Um estudo realizado no final do ano passado por pesquisadores da Universidade de Medicina de Taiwan mostrou que esses mesmos polifenóis podem estar associados à dificuldade de o coronavírus se replicar e se espalhar. Eles descobriram que os taninos do vinho inibem a atividade de duas enzimas-chave do vírus, fazendo com que eles não consigam mais penetrar no tecido celular.

Beber vinho moderadamente, sabe-se, protege o coração, controla o colesterol e a pressão arterial. Ainda, fornece diversas vitaminas, como as do complexo B, e de sais minerais, como o potássio. Embora os vinhos brancos também contenham várias propriedades importantes para a saúde, os polifenóis estão muito mais presentes no vinho tinto. Isso ocorre porque a casca do fruto, grande fonte da substância, não é retirada no processo de elaboração do vinho tinto, diferentemente do que ocorre com o vinho branco.

Não é apenas a saúde física que se beneficia do consumo moderado de vinho. Nossa saúde mental também. E isso porque o vinho nos socializa, afinal uma garrafa sempre é melhor aproveitada se compartilhada. Dividir um vinho, é dividir histórias, vivências e memórias, celebrando a amizade, o convívio ou o amor. É como diz aquela canção da banda americana Interpol: “vida é vinho”.

 

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